Sejam bem vindos ao meu blog! Deixo registrado aqui informações e casos que valem a pena conferir... Afinal quem lê aprende e quem aprende tem mais valor.

Comece a poupar bem cedo

Quanto antes você começar a juntar grana, menos vai ter de investir mensalmente para se aposentar com o bolso cheio de dinheiro

Chrystiane Silva - 11/11/2009

Crédito: Foto: Raul Junior - Ilustrações: Cienfuegos
 - Crédito: Foto: Raul Junior - Ilustrações: Cienfuegos

Que é preciso poupar para ter um bom padrão de vida na aposentadoria todo mundo já sabe. Mas o difícil é fazer o cálculo de quanto é necessário investir e qual é o volume de dinheiro desejável para garantir uma vida tranquila quando você estiver mais velho. Uma coisa é certa, quanto mais cedo você começar a poupar, menos grana terá de investir mensalmente. Se sua meta é ter 1 milhão de reais aos 60 anos, a sua contribuição mensal para um Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) ou Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) será menor aos 20 anos do que aos 30, 40 ou 50 anos. Veja abaixo:



São poucas as preocupações financeiras aos 20 e poucos anos. Ainda mais se não existirem os custos da faculdade e se você já se posicionou profissionalmente numa boa empresa. “Este é o melhor momento para começar a planejar a aposentadoria”, diz Osvaldo Nascimento, diretor de produtos de investimentos do Itaú Unibanco, em São Paulo. O ideal é reservar de 20% a 30% do seu salário, mesmo que ele ainda seja baixo, para investir na aposentadoria privada e guardar também o que for possível para uma emergência, ou para programações de curto prazo, como comprar um carro. Esse dinheiro vai garantir tranquilidade financeira no longo prazo, quando você quiser viajar ou trocar de emprego, por exemplo.











A cada dez anos é possível dizer que fechamos um ciclo para iniciar outro. Se dos 20 aos 30 nossos compromissos financeiros são, teoricamente, menos intensos, dos 30 aos 40 as coisas mudam. Essa é uma fase em que se pensa em comprar a casa própria ou fazer MBA fora do país. Muitos profissionais começam relacionamentos mais estáveis, como casamento, e isso costuma coincidir com a chegada do primeiro filho. Casa própria, relacionamentos e filhos aumentam as despesas mensais de qualquer um, o que significa, por vezes, menos dinheiro extra para investir. Mas, se é justamente nessa fase que você resolve iniciar seu planejamento financeiro, não se preocupe. Sempre há tempo para começar uma reserva de grana.




É aos 40 anos que a maior parte das pessoas percebe que não tem um plano privado de aposentadoria e começa a se desesperar. Para contratar um fundo de previdência nessa faixa etária o cliente terá de fazer aportes mensais com o triplo do valor que faria se ele tivesse 20 anos. Nesta etapa da vida, a faixa salarial costuma estar quase no auge, mas, em compensação, as despesas também. Ou seja, sobra pouco para investir. “Os valores das contribuições dependem também da composição da carteira. Para quem vai contribuir por mais de 10 anos é bom ter até 35% em ações para diminuir os aportes e rentabilizar o plano”, diz José Eduardo Vaz Guimarães, diretor de marketing e produtos da BrasilPrev, do Banco do Brasil.









Às vezes, o desespero de saber que ainda não foi feito um plano de previdência aparece aos 50 anos, porque é quando surge a vontade de se aposentar e começar uma nova carreira ou viajar pelo mundo. A principal pergunta nesse momento é: “Como é possível recuperar o tempo perdido e contratar um bom plano de aposentadoria?”. Não se desespere. Você pode optar por PGBL ou VGBL que invistam em ações. “Com 10 anos de aplicação é possível colocar entre 15% e 20% do seu dinheiro em renda variável, o que elevará o bolo financeiro e sua estabilidade futura. Nesse caso, o tamanho da exposição depende do perfil do segurado”, diz Luis Martinez, diretor de previdência e investimentos da Icatu Hardford.











Se você chegou aos 60 anos, anime-se. O último censo feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostrou que as pessoas estão vivendo mais e melhor. Se na década de 80 o brasileiro vivia, em média, 62 anos, hoje ele já vive cerca de 73 anos e daqui a 40 anos a expectativa é de viver 81 anos. Se você foi bem-sucedido em seu investimento de longo prazo, agora é só curtir a vida. Esta nova fase virá acompanhada de uma sensação de dever cumprido. Nesse momento, você deve escolher o melhor jeito de sacar seu dinheiro. “Feita a programação correta, essa será uma fase de maior tranquilidade e sossego, com dinheiro sempre na mão”, diz Lúcio Flávio Condurú de Oliveira, diretor-geral do Bradesco Vida e Previdência.



Fonte: http://vocesa.abril.com.br


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Gente que aprende vale muito!


Revista Você S/A - por Eugênio Mussak

"As empresas valorizam quem não espera ser ensinado"

Conversei com um presidente de empresa que gosta de se envolver nos processos seletivos de seus executi­vos. Quando lhe perguntei o que ele valorizava nos candidatos, ele respondeu sem titubear:

- São duas as variáveis: capacidade de entregar resul­tado e vontade de aprender permanentemente.

Campeão de assertividade, esse presidente. Ele sabe que a empresa vive de resultados, mas está interessa­do em resultados sustentáveis e crescentes, e isso só se consegue com gente que está evoluindo sempre. Por is­so o desejo genuíno de aprender passou a ser uma qua­lidade desejada no mundo corporativo.

Em função de visões como esta é que as companhias estão virando escolas. Há, porém, uma diferença entre elas e a faculdade que você cursou. Lá, havia um profes­sor que compartilhava com você a responsabilidade por sua formação. Na empresa, essa responsabilidade está sobre seus ombros.

Se as companhias apre­ciam quem quer aprender, têm especial predileção por quem não espera que al­guém venha ensinar. Apren­der é seu ofício. Nesse senti­do, a curiosidade, a inquie­tação intelectual e a busca do conhecimento contínuo passaram a ser as características apreciadas nas empresas. Bem, pelo menos nas organizações bem administradas.

Considerando o que disse o presidente, temos duas va­riáveis, portanto são quatro as possibilidades. Vejamos: quem tem baixo desempenho e grande vontade de apren­der é um potencial - a empresa investe. Quem tem bom desempenho, mas perdeu a vontade de aprender, está aco­modado - a empresa se preocupa. Quem tem desempenho alto e grande vontade de aprender é um talento - a empre­sa reconhece e quer reter. E quem tem baixas essas duas variáveis não tem mais espaço - a empresa elimina.

Perceba que no mundo dos recursos humanos ser um talento não significa ter uma habilidade especial, um dom artístico ou uma inteligência superior. Ser um ta­lento significa ser possuidor da combinação entre o de­sempenho e o desejo de aprender e evoluir. Ser um talen­to, portanto, é uma questão de vontade.
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Saiba se você é mais empreendedor ou mais executivo


Este teste, desenvolvido por Francisco Britto, é um exercício simples que permite a você conhecer se o seu senso é mais empreendedor ou corporativo. Nas afirmações seguintes, você encontrará respostas de 1 (não é verdadeira) a 5 (mais verdadeira). Escolha as respostas de acordo com o grau de proximidade com você e depois confira a sua tendência.

1) Desde pequeno prefiro brincar sozinho a brincar em grupo.
1.
2. menos verdadeira
3. parcialmente verdadeira
4. verdadeira
5.
mais verdadeira


2 ) Desde criança sempre fiz bicos, vendia coisas, negociava.

1.
2. menos verdadeira
3. parcialmente verdadeira
4. verdadeira
5.
mais verdadeira


3 ) Na escola eu mais liderava do que era liderado

1.
2. menos verdadeira
3. parcialmente verdadeira
4. verdadeira
5.
mais verdadeira


4) Sempre convivi bem com “surpresas”, sejam boas ou ruins

1.
2. menos verdadeira
3. parcialmente verdadeira
4. verdadeira
5.
mais verdadeira


5) Trabalho muito bem em equipe e sempre soube delegar

1.
2. menos verdadeira
3. parcialmente verdadeira
4. verdadeira
5.
mais verdadeira



6) Convivo bem a perda de poder ou de “status”. E consigo administrar isso

1.
2. menos verdadeira
3. parcialmente verdadeira
4. verdadeira
5.
mais verdadeira


7) Não tenho paciência com gente que não acompanha meu raciocínio

1.
2. menos verdadeira
3. parcialmente verdadeira
4. verdadeira
5.
mais verdadeira



8 ) Sempre tive problemas com chefes e regras muito rígidas

1.
2. menos verdadeira
3. parcialmente verdadeira
4. verdadeira
5.
mais verdadeira



9 ) Sou criativo, dinâmico, e assumo riscos

1.
2. menos verdadeira
3. parcialmente verdadeira
4. verdadeira
5.
mais verdadeira



10 ) Tenho muito perseverança. Se não acontece por um caminho, crio outro

1.
2. menos verdadeira
3. parcialmente verdadeira
4. verdadeira
5.
mais verdadeira



Some os resultados os resultados marcados e veja qual o seu perfil.

Resultado do teste:

Até 20
É melhor você continuar no mundo corporativo. Talvez ainda não seja a hora de empreender ou você é, realmente, um ser corporativo e será feliz nessa área.

20-40:
Esta é a chamada zona de perigo. Você já sente o bichinho do empreendedorismo em você, entretanto, não está contaminado. Isso pode significar também que você é um executivo empreendedor.

40-50:
Hora de se decidir. Você tem muito jeito para empreender com sucesso. Faça isso ou use esse dom na área corporativa tomando para si mais riscos ou gerenciando novos projetos.
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