Sejam bem vindos ao meu blog! Deixo registrado aqui informações e casos que valem a pena conferir... Afinal quem lê aprende e quem aprende tem mais valor.

ADMINISTRANDO SEU DINHEIRO

Qual o melhor investimento para você?

 Para responder esta pergunta é necessário que você aprenda um pouco sobre você e o momento em que vive. Vamos fazer isso juntos?Qual o objetivo para a quantia que está sendo aplicada?Antes de escolher onde investir, é importante decidir como o capital investido será utilizado no futuro, pois essa decisão será determinante na hora de escolher o tipo de investimento. Por isso, tente listar seus objetivos e decidir o quanto será aplicado para atender a cada um. Caso existam mais objetivos que sua capacidade de poupança, tente eleger os mais importantes.Os objetivos de investimento podem ser listados em termos mais específicos, como, por exemplo, "compra de uma casa", ou mais gerais, como, por exemplo, "formação de poupança para utilização futura". Porém, especificá-los melhor pode ajudar na hora de escolher o investimento mais adequado, principalmente se a cada um estiver associada uma estimativa de valor.Por quanto tempo a quantia poderá permanecer aplicada?O horizonte de aplicação é também um fator decisivo na hora de definir o investimento mais apropriado, pois o tempo que o valor ficará aplicado poderá influenciar na rentabilidade e até na tributação. Portanto, além de especificar seus objetivos, associando a cada um deles o valor correspondente, é necessário estimar o tempo desejado para resgatar o investimento.Qual o seu perfil de risco?Na hora de optar por um investimento tenha sempre em mente que, em regra, quanto maior a rentabilidade prometida, maior o risco de perder a quantia aplicada. Então, antes de escolher, compare a rentabilidade prometida com a média do mercado e desconfie de promessas boas demais, pois não existe milagre no mercado de capitais.Além disso, quem escolhe correr riscos deve fazê-lo de forma consciente e estar preparado para que eventuais perdas não provoquem grandes danos. Por isto, evite aplicar a parte essencial do seu patrimônio em investimentos de alto risco.Tendo isso em mente, descubra agora qual dos perfis abaixo melhor reflete sua propensão a riscos:Conservador - privilegia a segurança e faz todo o possível para diminuir o risco de perdas, para isso aceitando até uma rentabilidade menor.Moderado - procura um equilíbrio entre segurança e rentabilidade e está disposto a correr um certo risco para que o seu dinheiro renda um pouco mais do que as aplicações mais seguras. Arrojado - privilegia a rentabilidade e é capaz de correr grandes riscos para que seu investimento renda o máximo possível.Descobrir seu perfil pode ajudá-lo na escolha da aplicação mais adequada, desde que esta informação seja utilizada apenas como orientação (e não como verdade absoluta) e que sejam tomadas as precauções necessárias, antes e ao longo do investimento, tais como:    * verificar se há registro na CVM;    * ler atentamente o regulamento e/ou o prospecto;    * informar-se sobre os custos incidentes;    * conhecer a estratégia do administrador e os riscos assumidos;    * e pesquisar a reputação das instituições envolvidas, entre outras precauções.Assim, a título de orientação, podemos dizer que investimentos como Caderneta de Poupança, Títulos públicos e Fundos de Curto Prazo são mais compatíveis com investidores de perfil conservador.No outro extremo, os Fundos Multimercado são exemplos de investimento mais compatíveis com investidores de perfil arrojado, uma vez que há muita liberdade na composição de suas carteiras e mais exposição ao risco em busca de maior rentabilidade.No entanto, alguns investimentos, tais como Fundos Cambiais, Fundos de Renda Fixa, Ações e Debêntures, poderão ser considerados moderados ou arrojados dependendo, entre outros fatores, da política de investimento constante do Regulamento e do risco do emissor do título.O mais importante é, antes de qualquer aplicação, verificar a solidez das instituições envolvidas (emissor do título, administrador, gestor,custodiante) e pesquisar nos documentos correspondentes (Regulamento do Fundo, Prospecto da Oferta Pública, etc.) qual o perfil de risco assumido. E lembre-se também que, qualquer que seja o investimento escolhido, é preciso ter sempre em mente estas duas afirmações:    * Aplicações em valores mobiliários sempre têm risco de perda do capital investido.    * Se a quantia a ser investida é parte essencial do seu patrimônio, não arrisque.Como combinar objetivos e prazos na hora de escolher o melhor investimento?Uma vez que você conheça seu perfil de risco e defina seus objetivos, poderá se informar sobre os investimentos disponíveis no mercado e verificar o mais adequado às suas necessidades. Vejamos alguns exemplos:Viagem de férias - supondo que, neste exemplo, o valor aplicado tenha que ser resgatado em três meses. Neste caso, faz mais sentido escolher uma aplicação de curto prazo e baixo risco, pois, além do resgate ter que ser feito em breve, qualquer perda pode causar grande dano, uma vez que não há tempo suficiente para sua recuperação.Compra de uma casa - neste caso, como provavelmente se trata de um montante alto e de um tempo de aplicação longo, é mais sensato escolher um investimento de longo prazo e valor alto, onde é provável obter maior rentabilidade com menor risco. Porém, é necessário cuidado redobrado, por um lado, devido ao montante aplicado ser significativo e, por outro, pelo fato da expectativa de resgate estar distante no tempo, o que faz com que seja necessário o constante acompanhamento da aplicação e sua permanente reavaliação para verificar a necessidade de mudança, caso o cenário que foi tomado por base para a aplicação mude.Formação de poupança para utilização futura - neste exemplo, pelo fato do objetivo não estar claramente determinado (definindo quando e onde será utilizada a quantia investida), o mais indicado pode ser a diversificação das aplicações. Com essa estratégia, o investidor poderá escolher aplicações de diferentes riscos, rentabilidades e prazos, permitindo que tenha sempre quantias disponíveis para eventuais gastos, ao mesmo tempo em que maximiza seu lucro, além de poder compensar as perdas em uma aplicação com os ganhos em outra. _______________________________________  Porque Investir em Ações  Todos que compram ações fazem-no por um só motivo: querem potencializar seus ganhos ao longo do tempo.Historicamente, investimentos em ações apresentam retornos superiores às aplicações em renda fixa no longo prazo.

Mesmo no Brasil, em que as taxas de juro desde o início do Plano Real (1994) mantiveram-se em patamares extremamente altos, as ações de muitas companhias bateram com folga o retorno do CDI (taxa de juro praticada entre os bancos e que serve de referência para aplicações em renda fixa).

Assim, para objetivos de investimentos de longo prazo, como aposentadoria, por exemplo, e para a diversificação de seus investimentos, possuir uma parcela de suas aplicações em ações pode ser uma boa estratégia. Isso porque é essa fatia investida em ações que, em um horizonte mais longo de tempo, tende a apresentar maiores retornos do que as aplicações em renda fixa, contribuindo assim para aumentar o retorno de sua carteira ao longo dos anos.
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Coloque as contas em dia com o 13º salário

Todo ano administrar os recursos extras proporcionados pelo 13º salário é um dilema entre os desejos imediatos de consumo e os compromissos financeiros, sejam os vencidos ou os que vencerão nos próximos meses. Pesquisa realizada pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) indica que 64% dos entrevistados pretendem pagar dívidas com o 13º, cuja primeira parcela será depositada na próxima segunda-feira, dia 30. Outro levantamento, da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), mostra crescimento de cinco pontos porcentuais no nível de endividamento do consumidor paulistano, de 41% para 46%, entre outubro e novembro. Resultado que reflete um ano difícil, em que a crise financeira afetou a renda do brasileiro, avalia a Anefac.

A estimativa é de que sejam injetados na economia entre o pagamento da primeira parcela do 13º, no dia 30 de novembro, e o da segunda, no dia 20 de dezembro, cerca de R$ 85 bilhões. “Quem tem dívidas deve aproveitar o 13º para priorizá-las, começando pelas mais caras, como as do cartão de crédito e do cheque especial”, recomenda o vice-presidente da Anefac, Miguel de Oliveira. “O Código de Defesa do Consumidor, em seu artigo 52, dá ao cliente a possibilidade de liquidação ou antecipação de dívidas com o desconto de juros”, diz.

“Mesmo quando as dívidas estão acima da disponibilidade do 13º, a venda de bens, como o carro, deve ser considerada, para que os compromissos sejam quitados. O melhor é poder começar 2010 sem dívidas e com a possibilidade de iniciar uma reserva, que significará mais conforto financeiro para o ano seguinte”, acrescenta o consultor Mauro Calil, do Centro de Estudos e Formação de Patrimônio.



Entenda como a Selic funciona e influi na sua vida


O Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) é uma taxa que controla, de forma indireta, o valor os juros no País. Geralmente nos lembramos dela quando a economia está aquecida e a inflação ameaça, ou ao contrário, quando a economia mostra sinais de fraqueza e precisa de uma força para avançar.

Isso acontece da seguinte maneira: a Selic determina com qual taxa de juros o governo vai remunerar quem empresta a ele. Se ela está alta, os bancos preferem emprestar dinheiro ao governo. Se ela está baixa, compensa para os bancos emprestar para o mercado em geral, empresas e pessoas físicas.

Assim, em caso de Selic elevada, haverá menos dinheiro na praça para ser emprestado para empresas e pessoas, pois os bancos estão ganhando emprestando para o governo. Logo, pela lei de oferta e procura, o juro sobre o dinheiro que sobra para a população ficará mais alto. Se a Selic está baixa, os emprestadores vão procurar formas mais rentáveis de aplicar seu dinheiro e a quantidade para ser emprestada na praça fica maior, e o juro a ser cobrado, consequentemente, cai.

A Selic, então, fará diferença no juro que pagamos no cheque especial, no crediário, nos cartões de crédito. Essa relação, porém, não é imediata. Se a taxa Selic é aumentada em um dia, os juros do mercado não sobem no outro. Há um tempo necessário para que a mudança faça efeito, normalmente superior a um mês.

Barateando e encarecendo o crédito, a Selic tem o poder de controlar o consumo. Assim, ela é usada como instrumento para controlar a inflação. Quando o consumo está muito alto e há risco da inflação sair da meta estipulada pelo Banco Central, a Selic vai sendo jogada para cima e, desse jeito, freando a economia, o consumo e a alta nos preços.

A Selic influi também na quantidade de dinheiro internacional que vem para o Brasil em busca de remuneração. Se ela estiver alta, e os juros do mercado, consequentemente, altos também, mais dinheiro do exterior virá para ser emprestado em busca de lucro. Se ela estiver baixa, menos estrangeiros aportarão valores.

Isso acontece, também, por países com economias mais sólidas terem uma taxa de juros baixa. Logo, muitos investidores tomam dinheiro emprestado a baixo juro em seus países e enviam para países de juro alto, para conseguirem lucros.

Dessa maneira, a Selic também influi na quantidade de moeda internacional circulando dentro do País e, quanto maior for o volume da divisa de uma nação dentro da outra, menor sua cotação. Exemplo, se os juros sobem pela Selic e muitos dólares vêm para o Brasil para serem emprestados, a moeda americana ficará menos valorizada em relação ao real. Com a moeda mais baixa, viagens para o exterior e compra de produtos estrangeiros ficam mais viáveis.

Ela também pode ser boa para o poupador. Com o aumento da taxa, os rendimentos das aplicações de renda fixa, como poupança e CDBs, tem um desempenho mais expressivo.

Por todos esses efeitos é que a Selic é tão importante. Suas alterações são determinadas pelo Comitê de Política Monetária (Copom), um órgão criado em 1996 e que tem a função de determinar a taxa de juro. Ele é formado por integrantes do Banco Central.

A Selic em tópicos

* Influi no valor dos juros cobrados no mercado

* Esfria economias muito aquecidas e aquece as que estão esfriando

* É usada como instrumento para controlar a inflação

* Atrai ou repele capital estrangeiro que busca ganho com juro

* Tem participação na cotação de moedas estrangeiras

* Influi no rendimento de aplicações de renda fixa

* Suas mudanças são determinadas pelo Copom, comitê com integrantes do Banco Central


FONTE: http://dinheirobr.blogspot.com/2010/06/entenda-como-selic-funciona-e-influi-na.html Read More!